“Hagamos mundo nuevo aquí”: O negro e o vilão em dois textos de Gil Vicente

Simão Valente
Este ensaio compara Fernando, o homem negro que procura transformar-se em branco, sem sucesso, em Frágua d’Amor, com o rústico português em Templo de Apolo. A diferença de linguagem e estrato social das duas personagens exclui-as à partida do contexto galante e cortesão em que a maioria das outras personagens opera, algo de especial importância se lermos nestes dois textos alegorias da recriação ou refundação de “novas" comunidades políticas num contexto europeu, por ocasião dos...
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